BEST — Best Solution for Agri-Trade
Inteligência regulatória · relações institucionais · Bruxelas

Transformar excelência produtiva em influência regulatória.

A BEST ocupa o espaço estratégico entre a excelência produtiva do agronegócio global e o poder normativo europeu, antecipando barreiras, traduzindo exigências em evidências e defendendo interesses onde as regras são formuladas.

Presença

Bruxelas · Lisboa

Onde a norma europeia é formulada e onde ela é traduzida em estratégia para o agronegócio global.

01 · O momento

O acesso a mercado muda o eixo.

Durante décadas, o acesso a mercados foi lido pela negociação entre Estados — cotas, tarifas, salvaguardas — e pela conformidade do produto embarcado. Hoje, a União Europeia deslocou esse eixo: o produto continua importando, mas já não basta. O acesso passa a depender da capacidade de demonstrar, de forma verificável, a confiabilidade do sistema que produz, controla, rastreia e certifica o alimento. Diante de normas formuladas em Bruxelas e projetadas sobre cadeias globais, o centro da decisão migrou do produto para o processo e, do processo, para a arquitetura de evidência que permite ao mercado importador confiar no sistema produtor. Quem não está presente onde a norma nasce recebe a regra pronta — como problema.

Pelo "Efeito Bruxelas", uma norma europeia não fica na Europa: vira o modelo que Ásia, Golfo e Norte da África adotam. Defender o acesso europeu é proteger a credibilidade de todo o sistema exportador.
02 · O que fazemos

Uma presença ainda pouco consolidada: acompanhamento técnico e regulatório contínuo onde a norma europeia é formulada.

01

Inteligência regulatória antecipatória

Acompanhar normas, consultas, debates técnicos, medidas-espelho e tendências europeias, reduzindo a distância entre o momento em que a exigência nasce em Bruxelas e o momento em que chegaria como problema ao cliente.

02

Tradução regulatória aplicada

Converter a exigência europeia em perguntas operacionais: o que precisa ser demonstrado, com quais dados, sob qual padrão de prova, por qual cadeia de responsabilidade e com qual verificação. É a camada que transforma norma em estratégia e estratégia em evidência.

03

Relações institucionais e diplomacia técnica

Construir, com leitura direta do que se discute em Bruxelas, as posições que sustentam os interesses do cliente perante quem formula a norma — de modo preventivo, legítimo e tecnicamente inatacável.

03 · Como trabalhamos

O jeito BEST: legitimidade como método, evidência como língua.

Advocacy baseado em evidências

Nenhuma posição sem dado científico, fato de mercado ou evidência técnica que a sustente. Achismo não entra em Bruxelas.

Lobby regulatório legítimo

Diálogo institucional ético e transparente, em conformidade com as regras da União Europeia.

Proatividade e antecipação

Falar com quem formula a norma — Comissão, Parlamento, Conselho — antes da publicação. Posicionamento preventivo, nunca apenas reativo.

Abordagem estratégica

A presença institucional não é acessório: é o cerne da competitividade. Onde a norma é discutida é onde a competição do agro se decide.

04 · Para quem

O critério é a complexidade do desafio regulatório — não o tamanho da empresa.

Perfil 01

Grandes corporações e associações setoriais

Agroindústrias, tradings globais e associações — com destaque para as cadeias de proteína animal — que precisam de presença regulatória contínua, matrizes de evidência robustas e monitoramento de risco em larga escala na UE. Para elas, o que está em risco não é a fatia europeia do faturamento: é a credibilidade de todo o franchise exportador.

Perfil 02

Indústrias de nicho e especialidades

Empresas de pequeno e médio porte muito expostas às novas exigências socioambientais europeias — cacau, café e ingredientes especializados — sem departamento regulatório próprio na Europa. O gancho imediato é o EUDR: a prorrogação para dezembro de 2026 não é alívio, é janela. Quem tratar 2026 como prazo ganho chega despreparado; quem tratar como antecipação transforma a prorrogação em vantagem sobre a concorrência.

05 · QUEM SOMOS

Perspectiva global, conhecimento local.

Duas competências que raramente se sentam à mesma mesa.

Foto institucional
Maria Eduarda

Fundadora · Lisboa

Maria Eduarda M. Blaiklock

Responsável pela inteligência técnico-regulatória, pela leitura das exigências sanitárias e fitossanitárias aplicáveis ao agronegócio brasileiro e pela construção da matriz de evidência necessária à atuação diante do padrão regulatório europeu e internacional. Conduz a avaliação de prontidão regulatória, a análise de riscos técnicos e a tradução de exigências institucionais em estratégias operacionais para empresas e entidades do setor. Detém a palavra final nas decisões de natureza técnico-regulatória.

Médica veterinária, reúne mais de duas décadas de experiência no Ministério da Agricultura e Pecuária, em Brasília, onde trabalhou com comércio internacional, sanidade animal, acesso a mercados e barreiras sanitárias e fitossanitárias, em articulação com o Itamaraty, o MDIC e outros órgãos envolvidos na formulação e condução das negociações internacionais do agronegócio brasileiro. Foi Adida Agrícola na Embaixada do Brasil em Bangkok entre 2018 e 2022, período em que trabalhou na abertura e manutenção de mercados para carnes, lácteos e subprodutos de origem animal no Sudeste Asiático.

Sua experiência combina atuação interministerial em Brasília, presença diplomática na Ásia-Pacífico e interlocução com governo, setor produtivo, autoridades estrangeiras e organismos internacionais. Possui MBA em Agronegócios pela USP/ESALQ (2025), especialização em Relações Internacionais pela Universidade de Brasília (2014) e mestrado em Higiene e Tecnologia de Produtos de Origem Animal pela Universidade Federal Fluminense (2012).

Foto institucional
Jogi H. Oshiai

Cofundador · Bruxelas

Jogi H. Oshiai

Responsável pela articulação institucional e pela interlocução direta com os atores do ambiente regulatório europeu e com o ecossistema de lideranças do agronegócio. Conduz a leitura política do que se discute em Bruxelas e a abertura de canais junto a instituições e contrapartes relevantes. Detém a palavra final nas decisões de natureza institucional e comercial.

Formado em Bruxelas, onde construiu toda a sua trajetória: pós-graduação em Comércio Internacional (1991) e mestrado em Política Internacional (1993) pela Universidade Livre de Bruxelas, e MBA executivo pela Solvay Brussels School of Economics and Management (1992). Reúne mais de três décadas de atuação em política e negociações comerciais internacionais, acesso a mercados, relações governamentais, políticas agrícolas e alimentares, questões sanitárias e fitossanitárias e bem-estar animal.

Atua em Bruxelas e junto às capitais dos Estados-Membros e a organismos internacionais na defesa dos interesses estratégicos do agronegócio brasileiro, com rede consolidada na Comissão Europeia, no Parlamento Europeu e junto às embaixadas e missões acreditadas. É CEO do LIDE Belgium e foi diretor dos escritórios europeus das sociedades de advocacia O'Connor and Company e FratiniVergano, além de Conselheiro Especial da FIPRA.

Enquanto a maior parte dos interlocutores do agro em Bruxelas atua em apenas um plano — o técnico ou o relacional —, a BEST cobre os dois. A evidência tecnicamente correta chega ao interlocutor certo, no momento certo, pelo canal certo.

06 · Presença

Onde estivemos, com quem estivemos.

Presença consistente entre lideranças do agro brasileiro e nas instâncias europeias em Bruxelas. A legitimidade se constrói na mesa — antes da exigência, durante a exigência, depois da exigência.

Sessão plenária no Parlamento Europeu, Bruxelas
BruxelasParlamento Europeu — audiência sobre EUDR
Retrato institucional de sócio-fundador
RetratoCofundador — arquitetura institucional
Painel em fórum do agronegócio brasileiro
BrasilFórum do agro — painel de exportadores
Reunião técnica na Comissão Europeia, Bruxelas
BruxelasComissão Europeia — reunião técnica
Missão de campo em cadeia produtiva brasileira
CampoMissão de campo — cadeia produtiva
07 · O ponto de partida

Diagnóstico antes de escopo. Escopo antes de preço.

Todo trabalho começa por um diagnóstico de prontidão: mapear o que a exigência europeia demanda, o que o cliente já tem e onde estão as lacunas. Só depois se define escopo — e só então, termos. Primeiro decidimos o que precisa ser provado; a arquitetura para produzir essa prova vem depois. A BEST não vende plataforma nem horas de consultoria — vende redução de risco sistêmico e capacidade de influência.

O custo da inação já é concreto.

Produzir bem deixou de bastar. E responder mal — com solução precipitada, feita só para afastar o risco imediato — pode custar tanto quanto não responder. A conversa começa com um diagnóstico.

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